JUVENTUDES NEGRAS HIPERCONECTADAS: RESISTÊNCIA EPISTÊMICA E PEDAGOGIAS INSURGENTES NO ESPAÇO DIGITAL
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Resumo
Este artigo analisa como juventudes negras hiperconectadas reconfiguram as dinâmicas comunicacionais em plataformas digitais, tensionando regimes de exclusão algorítmica e produzindo estratégias de resistência epistêmica. A partir de uma abordagem qualitativa e crítica, fundamentada em teorias decoloniais e estudos afrodiaspóricos, examinamos práticas culturais, estéticas e pedagógicas que emergem como contrapontos à colonialidade digital. Os resultados revelam tanto a persistência de mecanismos de invisibilização racializada quanto a potência de iniciativas como ciberquilombos e mídias negras independentes na construção de ecologias alternativas de saber e visibilidade. Conclui-se que essas práticas não apenas denunciam assimetrias, mas propõem novos paradigmas tecnossociais ancorados em justiça cognitiva e ancestralidade.
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