ENCRUZANÁLISE: NOTAS SOBRE UMA CLÍNICA EXUÍSTICA

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Deivison Warlla Miranda
Antonio Vladimir Félix da Silva

Resumen

Resumen: Este ensayo parte de una crítica a la psicología hegemónica que ha operado su saber y su modo de hacer por medio de perspectivas teóricas y metodológicas cuya matriz es eurocéntrica y ha reproducido procesos de colonización de las subjetividades, aunque se cree progresista y anclada en la defensa de los derechos humanos. Para fundamentar tal crítica, pedimos permiso a Exú como intercesor que dinamiza las fuerzas y encarna en los cuerpos un saber-hacer de contra colonización de las subjetividades que, históricamente, son analizadas desde un prisma de pensamiento monológico, eurocéntrico e yo-céntrico. Como tarea de ampliar caminos, las encrucijadas de Exú se toman como ethosepistémico, ético, metodológico para construir una clínica atenta a las dimensiones de intercesión, de los intercambios, de la co-producción y diferencia. Esto permite tanto un análisis más amplio anclado en las multiplicidades de caminos, como una clínica que co-crea pluralizaciones de caminos, salidas y la invención de posibiles. Denominada de Encruzanalisis, esta propuesta de clínica exuística es una apuesta en la muerte de la clínica colonizada, se trata de matar a la clínica colonizada-colonizadora ayer, con una piedra que recién lanzamos hoy.


Palabras-clave: Clínica; Encrucijada; Exú; Contracolonización.

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Cómo citar
Miranda, D. W., & Félix da Silva, A. V. (2026). ENCRUZANÁLISE:: NOTAS SOBRE UMA CLÍNICA EXUÍSTICA. Revista De La Asociación Brasileña De Investigadores(as) Negros(as), 17(45), 111–150. https://doi.org/10.31418/revistaabpn.v17i45.2073
Sección
Artigos
Biografía del autor/a

Antonio Vladimir Félix da Silva, Universidade Federal de Delta do Parnaíba

Professor do Curso de Medicina e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Delta do Parnaíba-UFDPar/Parnaíba-PI. Doutor em Ciências Psicológicas pela Universidade de Havana (Cuba). Atualmente, coordena o TeArES - Tenda de Artes e Educação em Saúde e está vinculado à linha de pesquisa Psicologia, Saúde Coletiva e Processos de Subjetivação (PPGPsi/UFPI) e ao grupo de pesquisa Política, Produção de Subjetividade e Práticas de Resistência (UFRN). Pesquisador vinculado ao Observatório da Pesca Artesanal, Inventor da Esquizodança (CAPS II/Parnaíba, PI), co-fundador do Acolhe Trans e membro do Conselho Pastoral dos Pescadores - CPP(PI/CE). Realiza pesquisa com Esquizoanálise e Cartografia dos Processos de Subjetivação em Saúde e Educação da Diferença em Contextos de vidas precárias, Movimentos Sociais Pesqueiros (MPP e ANP), Comunidades Tradicionais Pesqueiras e Movimentos Minoritários, tais como: Hip-hop; Slam das Minas; Artistas de Rua; Marisqueiras; Pescadoras e Pescadores Artesanais; Pessoas em Situação de Rua; População LGBTTQIA+; Transexualidade; Transfeminismo; Feminismos; Comunidades de Terreiro/RENAFRO Saúde; Pessoas em Situação de Cárcere; Pessoas com Sofrimento Psíquico em Conflito com a Lei; Juventude, Crianças e Adolescentes em Conflito com a Lei; Profissionais, Familiares e Usuários da Rede de Saúde e da Rede de Atenção Psicossocial.