MULHERES NEGRAS DE TERREIRO E A CONTRIBUIÇÃO DE UMA PERSPECTIVA INTERSECCIONAL PARA A JUSTIÇA SOCIAL
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Resumo
O presente artigo é elaborado por três mulheres negras que atuam como pesquisadoras e são praticantes de religiões de terreiros. Abordaremos aqui a realidade das mulheres negras no Brasil a partir das obras de González (1984) e Carneiro (2019). Em seguida, direcionaremos nossa atenção para as experiências das mulheres que cultuam religiões de matrizes africanas, com referências a Botelho e Nascimento (2011) e Botelho e Stlader (2013). Por fim, o texto reflete sobre os ensinamentos transmitidos por essas mulheres, utilizando a teoria crítica interseccional (Collins e Bilge 2021; Collins, 2021; 2022) e o conceito de pedagogia ancestral (Machado, 2023), ressaltando sua importância para meninas e mulheres negras, movimentos sociais, academia e sociedade em geral.
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