CORPOS NEGROS FEMININOS EM POÉTICAS DE (RE) EXISTÊNCIAS

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Ana Rita Santiago

Resumo

Corpos femininos negros carregam, na tradição literária brasileira, marcas de subjugação elibido e sensualidade exacerbadas. Como práticas discursivas de (re) invenção, algumas autoras negras, em Moçambique e na Bahia, tatuam, em vozes poéticas, traços diferenciadores, através dos quais esses corposse apresentam dissidentes e como construções socioculturais e ancestrais, e não apenas como entes biológicos. Diante disso, este texto tece considerações sobre inscrições, em suas tessituras, desses corpos, poetizados, longe de estereótipos e próximas de experiências emancipatórias e de diversidades, relacionadas a (des) afetos, desejos, prazeres, emoções, (des) amores, (re) inscritos de subjetividades, empoderamentos e singularidades e travestidos por histórias, ancestralidades, resistências, movimentos dançantes e por memórias de abandono, solidão, dores e silêncios.

Detalhes do artigo

Como Citar
Santiago, A. R. (2018). CORPOS NEGROS FEMININOS EM POÉTICAS DE (RE) EXISTÊNCIAS. Revista Da Associação Brasileira De Pesquisadores As Negros As (ABPN), 10(Ed. Especi), 829–853. Recuperado de https://abpnrevista.org.br/site/article/view/567
Seção
Caderno Temático