RACISMO ANTINEGRO BIDIMENSIONAL, “CIÊNCIA” E DESCONSTRUÇÃO
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Resumo
Neste artigo, discute-se o racismo antinegro bidimensional, consciente-inconsciente, indo à sua origem “científica”. Os racialistas clássicos, Blumenbach, Le Bon, Lapouge e Gobineau, fizeram do europeu o modelo universal de homem. Essa elevação criou um instrumento ideológico poderoso de dominação porque promoveu, com base na craniologia e na genética, a suposta superioridade do homem europeu sobre os demais. Essa construção falaciosa alimentou, especialmente, no âmbito acadêmico uma ontologia antropológica eurocêntrico cujos resultados estão presentes na sociedade brasileira ainda hoje. O racismo antinegro “científico” precisa-se ser mostrado, combatido e desconstruído porque a espécie humana é uma só.
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Como Citar
Silva, J., Henrique Viana, R., & Joaquim Garrafão, D. (2026). RACISMO ANTINEGRO BIDIMENSIONAL, “CIÊNCIA” E DESCONSTRUÇÃO. Revista Da Associação Brasileira De Pesquisadores As Negros As (ABPN), 18(46), 84–107. https://doi.org/10.31418/revistaabpn.v18i46.1958
Seção
SEÇÃO I - Epistemologias Interseccionais, Literatura Negra e Imagens de Controle

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