A PRÁTICA PSI COMO ENCRUZILHADA AO DEVIR NEGRO

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Jefferson Olivatto Silva
Rafaella Vaz

Resumo

Uma das mais poderosas armas ideológicas da colonialidade foi a produção falaciosa de imagens de controle sobre determinados grupos sociais. Neste artigo, discutimos o lugar psicossocial do homem negro brasileiro, investigando a relação entre a (re)produção de imagens de controle sobre tais sujeitos e sua relação com a produção do sofrimento psíquico. Para tanto, partimos de uma investigação da prática clínica da experiência da negritude enquanto espaço questionador de imagens de controle, como também, encruzilhada com potencial de abrir caminhos para processos humanizantes de criação e experimentação da própria existência. Dessa forma, evidenciamos a necessidade de uma prática psi atenta e potencializadora de humanização em vista de uma realidade brasileira delineante de práticas colonizatórias.

Detalhes do artigo

Como Citar
Silva, J. O., & Vaz, R. (2026). A PRÁTICA PSI COMO ENCRUZILHADA AO DEVIR NEGRO. Revista Da Associação Brasileira De Pesquisadores As Negros As (ABPN), 17(45), 151–168. https://doi.org/10.31418/revistaabpn.v17i45.1644
Seção
Artigos
Biografia do Autor

Rafaella Vaz, Universidade Estadual de Campinas

Psicóloga clínica, graduada em Psicologia pela Universidade Estadual de Londrina, pós-graduanda em Antropologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo