RACISMO E REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA DOS TERRITÓRIOS DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DA BAHIA

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Paula Regina de Oliveira Cordeiro

Resumo

A situação fundiária dos territórios quilombolas é dramática no Brasil. Esse estudo pretende, através do levantamento e síntese de dados e de reflexões teóricas argumentar que a não-regularização, a não-proteção e os conflitos nos territórios quilombolas estão inseridos na relação de poder estabelecida a partir da constituição do capitalismo contemporâneo. Para isso são trazidos alguns casos no Estado da Bahia, como os dos quilombos pesqueiros de Rio dos Macacos, de Dom João, de Graciosa e de São Franscisco do Paraguaçu. O racismo estrutural é, sem dúvida, o elemento explicativo de maior relevo para a não-proteção dos territórios quilombolas.

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Como Citar
DE OLIVEIRA CORDEIRO, Paula Regina. RACISMO E REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA DOS TERRITÓRIOS DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DA BAHIA. Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), [S.l.], v. 12, n. Ed. Especi, p. 32-53, abr. 2020. ISSN 2177-2770. Disponível em: <http://abpnrevista.org.br/revista/index.php/revistaabpn1/article/view/853>. Acesso em: 30 maio 2020.
Seção
Caderno Temático