PAISAGENS FILOSÓFICAS AFRICANAS: FILOPOÉTICA DA LIBERTAÇÃO COMO DISPUTA DE IMAGINÁRIO

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Luís Carlos Ferreira dos Santos Eduardo David de Oliveira

Resumo

O artigo, paisagens filosóficas africanas: filopoética da libertação como disputa de imaginário, tem o objetivo de problematizar a ausência do diverso de paisagem na produção filosóficoe analisar a filopoética como disputa de imaginários, para isso, defende as filosofias africanas como espaço de ampliação do imaginário.O percurso do texto dá-se em filosofar desde a geopoética africana, no intuito de disputar os imaginários, de traçar itinerários, rotas na conexão com o todo-mundo. O segundo momento problematiza a importância política de habitar e ser habitado pela própria paisagem; e, por fim, a defesa da filopoética da libertação como uma ferramenta nesta disputa na guerra de imaginários. A filopoética tem a função de povoar o imaginário.

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Como Citar
FERREIRA DOS SANTOS, Luís Carlos; DE OLIVEIRA, Eduardo David. PAISAGENS FILOSÓFICAS AFRICANAS: FILOPOÉTICA DA LIBERTAÇÃO COMO DISPUTA DE IMAGINÁRIO. Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), [S.l.], v. 12, n. 31, fev. 2020. ISSN 2177-2770. Disponível em: <http://abpnrevista.org.br/revista/index.php/revistaabpn1/article/view/833>. Acesso em: 29 mar. 2020.
Seção
Dossiê Temático