O JONGO COMO CAMINHO PARA NOVAS PRÁXIS EDUCACIONAIS

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Paulo César Cardoso Antonio Ferreira da Silva Junior

Resumo

No presente artigo, tratamos das possibilidades de utilização de práticas culturais de matriz africana, em particular do jongo, como mecanismos culturais propulsores de novas práticas escolares. Para tanto, investigamos a experiência com o grupo de jongo mirim da Escola Municipal Cortines Cerqueira, em Barra do Piraí/ RJ, objetivando verificar como o jongo possibilita repensar práticas inclusivas e plurais com vistas à promoção das relações étnico-raciais no currículo. Através de pesquisa bibliográfica e do uso de entrevistas com duas professoras, este artigo busca refletir como o jongo, enquanto prática cultural afro-brasileira, presente no município estudado, precisa ser valorizado e difundido nas escolas em prol de uma educação preocupada com a memória oral e a diversidade cultural.

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Como Citar
CARDOSO, Paulo César; FERREIRA DA SILVA JUNIOR, Antonio. O JONGO COMO CAMINHO PARA NOVAS PRÁXIS EDUCACIONAIS. Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), [S.l.], v. 10, n. Ed. Especi, p. 465-482, jun. 2018. ISSN 2177-2770. Disponível em: <http://abpnrevista.org.br/revista/index.php/revistaabpn1/article/view/479>. Acesso em: 17 dez. 2018.
Seção
Caderno Temático