A BRANQUITUDE E A COLONIALIDADE NA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO BÁSICA (2000-2015)

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Maíra Pires Andrade

Resumo

Neste artigo, tenho como desígnio identificar os aspectos da branquitude e da colonialidade inseridos nas práticas de ensino realizados pelos estagiários do Curso de História da UDESC, na condição de docentes no âmbito da educação Básica. Para o alcance desses objetivos, utilizei como fonte histórica os relatórios da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado do curso de História da UDESC. Em relação ao aporte teórico, embasei-me em autores como Franz Fanon (2005), Anibal Quijano (2009) e Achille Mbembe (2014) para pensar a colonialidade e o racismo na atualidade e Stuart Hall (1997) para mobilizar o conceito de representação, como também os teóricos do campo dos Estudos Críticos da Branquitude (Cardoso, 2008; Pizza, 2002; Frankenberg, 2004; Bento, 2002) para questionar a narrativa da superioridade branca nas  práticas de ensino.

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Como Citar
PIRES ANDRADE, Maíra. A BRANQUITUDE E A COLONIALIDADE NA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO BÁSICA (2000-2015). Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), [S.l.], v. 10, n. Ed. Especi, p. 238-264, jun. 2018. ISSN 2177-2770. Disponível em: <http://abpnrevista.org.br/revista/index.php/revistaabpn1/article/view/432>. Acesso em: 17 dez. 2018.
Seção
Caderno Temático